O cenário político e social internacional tem sido abalado por uma série de acusações e teorias que circulam em torno do Presidente da França, "Manel", e sua esposa, a Primeira-Dama "Brenda". O que começou como murmúrios em fóruns online e mídias sociais, escalou para um dos "maiores escândalos desse século", provocando um debate profundo sobre verdade, transparência pública e a natureza da elite.
As Acusações Centrais: Gênero e Relacionamento
A polêmica mais chocante, divulgada e amplificada por jornalistas e influenciadores, é a alegação de que "Brenda" na verdade nasceu homem e enganou a todos por anos. Paralelamente, outra questão de grande desconforto é a natureza do relacionamento do casal: "Brenda" teria conhecido "Manel" quando ele tinha apenas 14 anos e ela 40, exercendo um cargo de poder como sua professora. Essa diferença de idade e a dinâmica de poder levantaram sérias acusações de que a história de amor "romantizada" seria, na verdade, um caso de pedofilia e aliciamento.
A Ascensão da Teoria e a Batalha Legal
Essas "ditas teorias da conspiração" não são novas, tendo sido comentadas pela oposição de "Manel" na França e circulando em "fóruns conspiratórios, blogs e grupos fechados no Facebook". Contudo, o assunto ganhou força global em 2021, quando duas jornalistas francesas (sendo uma médium) realizaram uma live de mais de 4 horas no YouTube. Elas apresentaram uma "investigação pronta", analisando documentos, recortes de jornais antigos, fotos de família e até mesmo as características físicas de "Brenda" para sugerir traços masculinos.
Um ponto crucial da investigação das jornalistas foi a suposta ausência ou adulteração dos registros civis de "Brenda" e a falta de qualquer documento ou registro de sua existência nos seus primeiros 30 anos de vida. A teoria principal das jornalistas é que "Brenda" seria, na verdade, seu suposto irmão mais velho, "Jean Michelle", que teria vivido como homem por 30 anos, tido três filhos, e depois feito a transição de identidade. Um software chinês, inclusive, teria apontado mais de 80% de chance de ambos serem a mesma pessoa em fotos comparativas.
A repercussão foi tão grande que, em março de 2022, "Brenda" decidiu processar as duas jornalistas, acusando-as de apresentar informações falsas e atingir sua honra e reputação. Inicialmente condenadas, as jornalistas recorreram e, em julho de 2025, foram consideradas inocentes, com os juízes entendendo que algumas declarações poderiam ser enquadradas como opinião.
A polêmica ganhou um novo patamar internacional quando a jornalista Kenes Owens trouxe o assunto para seu podcast, o que resultou em um processo contra ela por "Manel" e "Brenda".
As "Evidências" e a Reação da Mídia
Um dos pilares das acusações é a dificuldade de "Brenda" em apresentar provas concretas de sua existência e identidade antes dos 30 anos, como fotos de infância, grávida ou com filhos pequenos, ou mesmo um registro de nascimento inquestionável. A foto de família mais famosa, que seria o pivô de tudo, mostra "Brenda" como um bebê no colo dos pais e um menino chamado "Jean Michelle", cuja semelhança com a "Brenda" atual é considerada "indiscutível" pelas jornalistas. Recentemente, foi divulgado um anúncio de jornal da época sobre o nascimento de uma pessoa chamada Brenda como prova de sua existência, mas essa evidência surge após anos de controvérsia.
A reação da mídia tradicional tem sido, em grande parte, de defesa do casal presidencial. Segundo a narradora do vídeo, aproximadamente 90% dos maiores veículos de comunicação afirmam que as acusações são falsas de imediato, rotulando-as de "transvestigação" – um fenômeno de pessoas tentando provar que figuras públicas são trans com argumentos transfóbicos. Eles defendem que a questão seria preconceituosa, focando na aparência de uma mulher mais velha e na diferença de idade. No entanto, críticos questionam por que a mídia não usa termos como "supostas" ou "alegações" e por que "Brenda" não silencia os rumores simplesmente apresentando as evidências de sua vida pregressa.
A Questão do Aliciamento e suas Implicações
Para muitos, inclusive para a narradora do vídeo, a dimensão mais grave da controvérsia reside na história do relacionamento de "Manel" e "Brenda". A descrição de uma "mulher de 40 anos casada com três filhos que seduziu um menor de 14 anos enquanto exercia um cargo de poder sobre ele" é categoricamente classificada como pedofilia. A tentativa do governo francês de diminuir a idade de consentimento para 15 anos é vista como uma possível coincidência preocupante. Os pais de "Manel" ficaram "arrasados" ao saber do relacionamento e tentaram intervir, chegando a mudar de cidade para afastar o filho.
A narradora, que teve uma experiência pessoal de aliciamento na infância, expressa uma "repulsa tremenda" por relacionamentos dessa natureza, afirmando que "pessoas normais não fazem esse tipo de coisa" e que a desculpa de "o amor era grande demais" é uma "mentira".
Conexões Sombrias e o Poder por Trás das Cortinas
A Kenes Owens, ao aprofundar suas investigações, trouxe à tona informações que sugerem uma rede de conexões mais amplas e obscuras. Ela revelou, por exemplo, que um dos advogados de "Brenda" e "Manel" já defendeu "vários pedos na França" e venceu todos os casos. Além disso, a jornalista apontou "várias conexões entre Brenda e Manel e várias pessoas que já foram acusadas do mesmo crime", sugerindo uma "rede que se conhece, se apoia, se protege".
A teoria vai além, com especulações de que a ascensão de "Manel" ao poder pode ter sido "planejada", e que figuras em seu entorno, muitas com "passado muito sombrio e de atitudes bem duvidosas", teriam tido "papel fundamental para colocar o Manel e a Brenda na presidência da França". A narradora do vídeo também menciona a perspectiva de Kenes Owens, uma católica, que vê a França como um país que promove a "promiscuidade, relacionamentos indevidos, apedoo e tudo aquilo que afasta o ser humano de Deus", e que o governo francês esconde muitos segredos e manipula a narrativa.
Um vídeo recente de "Brenda" "empurrando a cara do Manel" em público apenas reforçou as suspeitas de que ela exerce um forte controle sobre ele, "como se fosse a mãe dele".
Conclusão: Entre a Dúvida e a Convicção
A narradora do vídeo admite não acreditar "100% nessa história", mas confessa que, "quanto mais eu vejo dessa história mais eu quero acreditar porque são muitas coincidências" e "muitas peças que realmente não se encaixam de jeito nenhum". Ela ressalta que "Brenda tem um histórico de ser uma pessoa não muito boa no geral", e que o relacionamento do casal é o que mais a intriga e perturba.
Este conjunto de informações levanta questões cruciais sobre a vida pública e a transparência que se espera de líderes políticos. Se uma figura pública esconde um "fato tão importante da sua vida assim, o que mais ela poderia estar escondendo?". A complexidade e as múltiplas camadas dessa polêmica nos convidam a uma reflexão crítica sobre as narrativas que nos são apresentadas, a atuação da mídia e o que realmente sabemos sobre o mundo em que vivemos. A verdade, nesse cenário, parece ser um bem escasso e arduamente disputado.